Quanto tempo longe daquí....
Pois é, muita coisa aconteceu desde que parei de postar....
Virei moderadora de um grupo no facebook, conhecí uma pessoa, noivei... fiquei 6 meses com ele....
Começamos de uma maneira errada, mas terminei pela maneira certa. Não era justo ficar com um cara só porque tenho um desejo enorme de casar.
Exatamente por esse motivo, o relacionamento (apenas 7 meses) foi muito conturbado. Briga atrás de briga... Além do fato de ele ser super, mega esquecido. Nossa, e isso me dava nos nervos. Conversávamos tanto, e a grande maioria (para não dizer tudo) ele esquecia. Ultimamente o único assunto era o casamento. Virou obsessão! Não tínhamos outro assunto, e se tivéssemos, era briga!
Tenho me sentido um pouco melhor... Tenho dias e dias... A única coisa que ainda pega é a espera... Se fico mais de 10 minutos esperando, me dá uma angústia, uma coisa ruim, uma sensação estranha, de que meu coração vai sair pela boca.... Tenho sensações de desmaio.... Mas passa, depois que minha anja salvadora chega, passa.....
Ana Cecília
Simplesmente Eu... De cara limpa
segunda-feira, 23 de março de 2015
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
Bridget Jones
Todo mundo tem.... Uma prima encalhada!
Sem querer ofender, já ofendendo, sabe aquela sua prima? então, ela mesma, está ficando para titia né? Não comenta isso viu? Pois é, a idade vem chegando, mas o namorado que é bom parece que tá fazendo tudo, menos vindo. Onde a prima está, pode saber que lá vem a tia chata (que logo será devidamente comentada) com aqueles papinhos: "Nossa querida, quando desencalha?" #MorraDiaba É tanta pressão que algumas perdem parafuso e viram nossa drama queen favorita, Bridget Jones, a própria, louca, desesperada, topa tudo por um namô! Ouviu namorado... por aí? Opa, opa, opa! Chat, simpatia (macumba), promessa para santo Antônio é com ela mesma! Porque homem está mais raro do que dinheiro no meu bolso. Então acorrente o seu e seja feliz! Isso que passa a todo momento na cabeça da solteirona! Namorado, namorado, namorado... Por outro lado, tem gente que (finge) que não está nem aí! É prima Emma Morley, indiferente, caladona, que diz estar bem sozinha, mas será? No fundo ela sente uma raivinha que eu sei! Há! Afinal, quem quer ser a encalhada da família!? Em "Um dia", todos ficam no pé da garota, cadê o maridão? Os bebês? Olha que lindinho esse sapatinho!" Esculacham a Em e uma hora a casa cai, ela vira uma fera! COM RAZÃO! Deixando de lado meu humor sem noção, as vezes nem percebemos, mas nós somos a prima encalhada que todos tem! (No momento é meu status.) A solterisse chega e de repente, não vai embora. O coração fica dodoi, o desespero bate e viramos, Emmas, Bridgets. Teorias doidas de que o lobo mal pegou o príncipe encantado surgem! A não ser que você seja Afrodite, uma hora a geladeira fica vazia de amor #FATO.
Pois é...
Hoje eu estou aquí... Me sentindo a Bridget Jones......
Tô vendo o pessoal casar, ter filho, arrumar namorado...
Mas prefiro acreditar que o que é meu ainda está por vir.... Deus não está demorando... Deus tá caprichando!
Bjkas
#nãofoiacidente
As ruas são perigosas, os parques lotados e hoje a USP é o refúgio de muitos esportistas da capital e de outras cidades vizinhas.
Já perdemos muitas vidas e outras mais se perderão se não houver planejamento e organização na Cidade Universitária.
Nos beneficiamos das amplas ruas e avenidas e é justo querermos cuidar deste patrimônio.
#nãofoiacidente
https://www.causes.com/posts/924749?conversion_request_id=106923394&recruiter_id=188706075&utm_campaign=share&utm_content=post__video&utm_medium=wall&utm_source=fb
Já perdemos muitas vidas e outras mais se perderão se não houver planejamento e organização na Cidade Universitária.
Nos beneficiamos das amplas ruas e avenidas e é justo querermos cuidar deste patrimônio.
#nãofoiacidente
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quinta-feira, 7 de agosto de 2014
Dia dos pais....
Já que estamos há 03 dias de comemorarmos o dia dos pais, as postagens serão direcionadas a este assunto.
Vamos lá em contagem regressiva.....
Vamos lá em contagem regressiva.....
Conhecemos muitas histórias de relacionamentos que não funcionaram, de abuso, violência, filhos abandonados ou esquecidos por seus pais... ou mães. Mas a grande maioria ama seus filhos e, independentemente dos problemas que a vida lhes traz, eles fazem o que podem por eles, mesmo sem serem reconhecidos.
Nós podemos escolher ser bons pais e aumentar ainda mais essas estatísticas.
16 coisas que chegam junto com os 30....
A vida é feita de etapas e cada uma delas é especial a sua maneira. Se você está prestes a completar 30 anos de idade ou já faz parte desse grupo de pessoas, fique atento a algumas coisas.
É comum que os adolescentes ansiem por completar dezoito anos e mais comum ainda após essa idade não terem mais o desejo de envelhecer. A vida, porém, é feita de etapas e cada uma delas é especial a sua maneira.
1. Alimentação
Descobrirá que depois dos trinta perder peso se tornou bem mais difícil e, além do mais, ter uma vida saudável agora é importante.2. Paciência
Você entende que o mundo não vai acabar no dia seguinte e que na vida nem tudo se trata de emergência, então aprenderá a ter um pouco mais de paciência.3. Especialidade
A essa altura você já descobriu que não é possível ser ótimo em tudo. Com isso, passa a conhecer seus pontos fortes e fracos, passando a enfocar naquilo que realmente sabe fazer bem.4. Grana
É muito provável que já tenha uma profissão e que ganhe mais dinheiro, porém a quantidade de boletos e responsabilidades é igualmente proporcional.5. Casamento
Uma grande quantidade de convites de casamento irão surgir e, consequentemente, virão também convites de chá de cozinha e chá de bebê. Até parece que todos os seus amigos da faculdade decidiram se casar ao mesmo tempo! Nesse ponto se ainda for solteiro, o medo de ficar para titia só irá aumentar. Ah! Faça uma reserva para todos os presentes e mimos que precisará comprar para essas ocasiões.6. Bebês
Sim, os bebês estarão presentes nessa fase! Mesmo que não forem seus, provavelmente fará parte do seu convívio um grande número de bebês: dos amigos, dos primos, dos vizinhos etc.7. Qualidade
Você priorizará a qualidade ao invés da quantidade, e adquirirá roupas, eletrodomésticos e automóveis que são melhores, mesmo que custem um pouco mais caro.8. Diversão
Nessa etapa da vida é muito provável que você só dance em festas de casamento ou aniversários de familiares. Os passinhos de dança que você se lembra estão completamente fora de moda, mas ainda são divertidos e é o que saberá fazer.9. Sabedoria
Terá mais experiências acumuladas e quando lhe pedirem um conselho você de verdade terá algo a dizer.10. Hits top 10
Suas canções favoritas e super atuais vão parar naquela rádio que seus pais ouviam no carro e você pedia para mudar porque era coisa de gente velha.11. Bate papo
Sua conversa sobre jogos, filmes e bandas se substituirá por assuntos relacionados à declaração de imposto de renda, preço dos imóveis, colégio das crianças etc.12. TV
Os clipes musicais que você amava assistir e que eram tão bem feitos e inteligentes não existem mais. Quem se lembra do clipe "The wall" do Pink Floyd? Na televisão agora a atenção será voltada aos índices econômicos do noticiário, pois sabe de seus reflexos nos preços do combustível e do pãozinho.13. Aparência
Você é mais bonito e se sentirá mais seguro com respeito a sua aparência, pois ao invés de morrer de fome em uma dieta, vai preferir usar roupas e cores que te valorizem. Nessa altura também já terá descoberto o corte de cabelo que melhor lhe cai bem. Para alguns, os cabelos brancos terão chegado e serão piores do que você imaginava porque não são somente brancos, mas completamente descontrolados e fazem de tudo para se destacarem na sua cabeça.14. Como nossos pais..
Aquela frase que lhe irritava vinda de seus pais será parte de seu vocabulário: "na minha época...". Você também achará que ninguém teve uma infância como a sua.15. Trilha sonora da sua vida
Agora que sabe um pouco de inglês vai entender a letra das canções internacionais que marcaram a sua vida e provavelmente vai se decepcionar. Vai saber que aquela música que achava romântica não falava nada de amor.16. O ciclo da vida
Por fim, você entenderá que a vida é um ciclo e que cada uma das etapas é especial e como dizem "a vida começa aos quarenta" você ainda nem começou a viver."Todos os dias quando acordo não tenho mais o tempo que passou, mas tenho muito tempo. Temos todo o tempo do mundo (...) Somos tão jovens!" já cantava Renato RussoAproveite todo o tempo de vida com pessoas e atividades que realmente valham a pena e que garanta memórias felizes para alegrar os corações e serem compartilhadas com seus filhos e netos.Bem, vamos deixar essa parte dos netos para a próxima década.
Retirado de http://familia.com.br/16-coisas-inesperadas-que-chegam-junto-com-os-30-anos
quarta-feira, 30 de julho de 2014
O importante é... Não importa o que tenha acontecido ontem, hoje é um novo dia.
Hoje aquí perdida em meus afazeres, achei um texto lindo que gostaria de compartilhar.
Diz muito sobre mim, parece que me vejo lendo ele....
Triste, mas muito real. Estou aquí já botando em prática as mudanças ....
Diz muito sobre mim, parece que me vejo lendo ele....
Triste, mas muito real. Estou aquí já botando em prática as mudanças ....
Pare de gritar com seus filhos – Veja relato de uma mãe
Mammys,
Muitas vezes perdemos a cabeça com nossos filhos e achamos que resolvemos os problemas na base do grito. Achei esse relato de uma mãe que escreveu em um site internacional sobre a mudança na vida dela e das crianças quando percebeu o trauma que estava causando nas meninas.
Achei super interessante e resolvi compartilhar com vocês. Vale a pena ler!
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Guardo com carinho os bilhetes que recebo de minhas filhas, quer sejam rabiscados com canetinha colorida sobre post-it ou escritos com letra perfeita sobre papel pautado. Mas o poema de Dia das Mães que ganhei na primavera passada de minha filha mais velha me causou impacto profundo.
Foi o primeiro verso que me deixou com a respiração presa na garganta, até que lágrimas quentes escorreram por meu rosto.
O importante da minha mãe é... que ela está sempre ao meu lado, mesmo quando me meto em problemas.
Sabe o que é... Nem sempre foi assim.
No meio de minha vida altamente cheia de distrações, iniciei uma nova prática que é completamente diferente de como eu me comportava até então. Virei gritadora. Não era frequente, mas era extremo --como um balão que está cheio demais, estoura de repente e dá um susto em todas as pessoas em volta.
O que havia nas minhas filhas, então com 3 e 6 anos, que me fazia perder a compostura? Era que ela insistia em sair correndo para buscar mais três colares de contas e seus óculos de sol cor-de-rosa favoritos quando já estávamos atrasadas? Que tentava colocar o cereal no prato, sozinha, e derramava a caixa inteira sobre o balcão da cozinha? Foi o fato de ela ter deixado cair no chão e se espatifar meu anjo especial de vidro, depois de eu ter dito para não tocar nele? Foi que ela resistia ao sono a qualquer custo na hora em que eu mais precisava de paz e tranquilidade? Era o fato de as duas brigarem por coisas ridículas, como qual seria a primeira a sair do carro ou quem ficaria com a colherada maior de sorvete?
Sim, eram essas coisas -- probleminhas normais e atitudes infantis típicas que me irritavam ao ponto de me fazer perder o controle.
Não é fácil escrever essa sentença. E não é fácil recordar aquela fase de minha vida, porque, a verdade seja dita, eu me odiava naqueles momentos. O que tinha acontecido comigo que me levava a gritar com as duas pessoinhas preciosas que eu amava mais que a própria vida?
Deixe eu lhe contar o que tinha acontecido comigo.
Minhas distrações.
Uso excessivo do telefone, excesso de compromissos assumidos, múltiplas páginas de listas de tarefas a cumprir, a busca da perfeição, tudo isso me consumia. E gritar com as pessoas que eu amava foi o resultado direto da perda de controle que eu estava sentindo em minha vida.
Inevitavelmente, eu tinha que desabar em algum lugar. Então desabei a portas fechadas, na companhia das pessoas que significavam mais para mim.
Até um dia fatídico.
Minha filha mais velha tinha subido num banquinho e estava tentando alcançar alguma coisa na copa quando acidentalmente derrubou um saco inteiro de arroz no chão. Enquanto uma chuva de um milhão de grãos de arroz se espalhava sobre o chão, os olhos de minha filha se encheram de lágrimas. E foi então que vi -- vi o medo nos olhos dela, enquanto se preparava para ouvir a reação irada de sua mãe.
Ela está com medo de mim, pensei, e foi o insight mais doloroso imaginável. Minha filha de 6 anos de idade está com medo de minha reação ao erro inocente dela.
Com pesar profundo, percebi que não era essa a mãe com quem eu queria que minhas filhas crescessem, e que não era assim que eu queria viver o resto de minha vida.
Algumas semanas depois daquele episódio, tive meu momento de revelação -- meu momento de conscientização dolorosa que me impeliu a empreender uma jornada para me livrar das distrações e agarrar o que importava de fato. Isso aconteceu três anos atrás -- três anos de redução gradual do excesso e das distrações eletrônicas em minha vida. Três anos me libertando do padrão de perfeição inalcançável e da pressão social para "dar conta de tudo". À medida que fui me liberando de minhas distrações internas e externas, a raiva e o estresse acumulados dentro de mim se dissiparam, pouco a pouco. Carregando um peso mais leve, fui capaz de reagir aos equívocos e travessuras de minhas filhas de maneira mais calma, compassiva e razoável.
Eu dizia coisas como: "É apenas uma calda de chocolate, nada mais. Você pode passar um pano, e o balcão ficará novinho em folha."
(Em vez de soltar um suspiro de exasperação, completando com uma revirada de olhos.)
Eu oferecia segurar a vassoura enquanto ela varria um mar de sucrilhos que cobria o chão.
(Em vez de ficar em pé diante dela com um olhar de desaprovação e aborrecimento total.)
Eu a ajudava a pensar onde poderia ter deixado seus óculos.
(Em vez de criticá-la por ser tão irresponsável.)
E nos momentos em que a pura e simples exaustão e os choramingos incessantes estavam prestes a me tirar a calma, eu entrava no banheiro, fechava a porta e me dava um momento para soltar o ar e me lembrar que elas eram crianças, e que crianças cometem erros. Exatamente como eu.
Com o tempo, o medo que antes aparecia nos olhos de minhas filhas quando se metiam em problemas desapareceu. E, graças a Deus, eu virei um refúgio para elas nos momentos de dificuldades, em vez de ser a inimiga de quem precisavam fugir e se esconder.
Não sei se eu teria tido a ideia de escrever sobre esta transformação profunda, não fosse pelo incidente que aconteceu quando eu estava terminando o manuscrito de meu livro. Naquele momento, senti o gostinho da vida me derrubando, e a vontade de berrar estava na ponta de minha língua. Eu estava chegando aos capítulos finais e meu computador travou. De repente, as correções feitas em três capítulos inteiros sumiram diante de meus olhos. Passei vários minutos tentando freneticamente reverter para a versão mais recente do manuscrito. Quando isso não funcionou, consultei o backup Time Machine, mas descobri que também ele tinha apresentado um erro. Quando percebi que eu não recuperaria jamais o trabalho que tinha feito sobre aqueles três capítulos, tive vontade de chorar -- mas, ainda mais que isso, de ficar furiosa.
Mas eu não podia, porque era hora de buscar as meninas na escola e levá-las no treino de natação. Com muito autocontrole, fechei meu laptop calmamente e me fiz lembrar que poderia haver problemas muito, muito piores que reescrever aqueles capítulos. Então disse a mim mesma que não havia absolutamente nada que eu pudesse fazer naquele momento.
Quando minhas filhas entraram no carro, perceberam imediatamente que havia algo de errado. "O que foi, mamãe?" perguntaram em uníssono, depois de um olhar para meu rosto pálido.
Tive vontade de berrar: "Acabei de perder um quarto de meu livro!"
Tive vontade de socar a direção do carro, porque o último lugar onde eu queria estar naquele momento era no carro. Eu queria ir para casa e consertar meu livro, não levar crianças para a natação, torcer maiôs molhados, pentear cabelos emaranhados, fazer o jantar, lavar louça suja e colocar as crianças na cama.
Mas, em vez disso, falei com calma: "Está um pouco difícil para mim falar neste momento. Perdi parte de meu livro. E não quero falar, porque estou muito frustrada."
"A gente sente muito", disse a mais velha, falando pelas duas. E então, como se soubessem que eu precisava de espaço, fizeram silêncio até chegarmos à natação. As meninas e eu fizemos as coisas do nosso dia, e, embora eu tenha ficado mais silenciosa que de costume, não gritei e me esforcei ao máximo para não pensar no problema do livro.
Finalmente, o dia estava quase no fim. Ajeitei as cobertas em volta de minha filha menor e me deitei ao lado da minha filha maior para nossa "hora de bate-papo" de todas as noites.
"Você acha que vai conseguir os capítulos de volta?", minha filha perguntou.
Foi quando comecei a chorar. Não tanto pelos três capítulos, eu sabia que poderiam ser reescritos. Chorei mais pela exaustão e frustração de escrever e editar um livro. Eu tinha estado tão perto do final. Ter aquilo arrancado de mim de repente era incrivelmente decepcionante.
Para minha surpresa, minha filha esticou a mão e fez um carinho suave no meu cabelo. Disse coisas tranquilizadoras, como "computador pode ser tão frustrante!" e "eu poderia dar uma olhada no Time Machine e ver se dou um jeito no backup". E depois, finalmente, "Mamãe, você dá conta disso. Você é a melhor escritora que conheço" e "vou te ajudar de qualquer jeito que eu puder".
Em minha hora de dificuldade, ela estava ali, paciente, compassiva, me encorajando, alguém que não sonharia em me chutar quando eu já estava no chão.
Minha filha não teria aprendido essa reação de empatia se eu tivesse continuado a ser gritadora. Porque gritar fecha a comunicação, corta o laço. Leva as pessoas a se distanciarem, em vez de se aproximarem.
O importante é que ... Minha mãe está sempre ao meu lado, mesmo quando me meto em problemas.
Minha filha escreveu isso sobre mim, a mulher que passou por uma fase difícil, da qual ela não se orgulha, mas com a qual aprendeu. E, nas palavras de minha filha, enxergo esperança para outros.
O importante é... Que não é tarde para deixar de gritar.
O importante é ... Que as crianças perdoam -- especialmente se vêem a pessoa que amam se esforçando para mudar.
O importante é... Que a vida é curta demais para perdermos a calma por causa de cereal derrubado ou sapatos que você não sabe onde deixou.
O importante é... Não importa o que tenha acontecido ontem, hoje é um novo dia.
Hoje podemos optar por uma reação pacífica.
E, fazendo isso, podemos ensinar a nossos filhos que a paz constrói pontes --pontes que podem nos levar até o outro lado em momentos de dificuldade.
RETIRADO DE http://entretenimento.r7.com/blogs/mammy-em-dobro/na-base-do-grito-mae-relata-a-licao-com-as-filhas-20140528/
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